domingo, 29 de abril de 2012

Empresa lança projeto para fazer mineração em asteroides

Quando pensamos em mineração no espaço vem logo a imagem da espaçonave de mineração Nostromo retratada em "Alien - O 8º passageiro", é pouco provável que vejamos grandes naves viajando entre os asteroides do sistema solar nos próximos anos, mas dado o tempo e as condições certas toda ideia é passível de virar realidade.



Mineração de asteroides

Um time de bilionários norte-americanos apresentou planos para iniciar a era da mineração espacial, explorando água e metais de asteroides.


A era das naves espaciais privadas já está em andamento, mas mesmo o turismo espacial está com sua agenda bastante atrasada em relação ao previsto - a construção do primeiro hotel espacial deveria ter começado em 2006, e os turistas já deveriam estar admirando as paisagens terrestres desde 2008, ou voando em um avião foguete desde 2010.


Isto faz com que os planos da recém-lançada Planetary Resources sejam vistos com enorme interesse, mas sem dar muita atenção à agenda proposta.


A empresa fala em prospecção mineral no espaço em um prazo de cinco a 10 anos - a prospecção é a etapa que antecede a mineração, consistindo na identificação dos depósitos minerais e na verificação de sua viabilidade econômica.

Prospecção mineral espacial 

O plano consiste em lançar um telescópio espacial, pequeno, mas muito versátil, capaz de observar com precisão os chamados NEOs (Near Earth Objects, objetos próximos à Terra), os mesmos asteroides que vez por outra passam raspando pela Terra, e mais raramente se chocam com nosso planeta.

O "mineral" de interesse mais imediato é a água, que poderia ser eletrolisada usando energia solar para criar oxigênio e hidrogênio - combustíveis para as etapas seguintes da mineração e da exploração espacial em geral.

Finalmente, uma vez encontrados, seriam explorados outros minerais, embora a empresa não tenha ainda planos precisos de como extrair ouro e platina, ou qualquer outro metal de um asteroide, e trazer tudo para a Terra. 

Falar em ouro e platina atrai a atenção, devido ao elevado valor desses metais. Mas a Planetary Resources terá que se preocupar com recursos aqui na Terra mesmo, se quiser viabilizar um projeto de longo prazo em busca de recursos minerais espaciais. Empresa lança projeto para fazer mineração em asteroides Os entraves econômicos do projeto darão tempo para que uma negociação internacional estabeleça um tratado determinando a quem pertencem os asteroides.

"Inovações" em custo
 
A empresa afirma estar ciente disso, mas que está contando com "inovações em custo". 

"Nós estamos incorporando inovações recentes na microeletrônica, dispositivos médicos e tecnologia da informação de uma forma que não é usada tradicionalmente por espaçonaves robóticas," diz a empresa.
 Entre essas tecnologias destacam-se naves capazes de voar em formação, comunicações espaciais por meios ópticos e micro propulsores.

"A Planetary Resources está trabalhando ativamente nestas áreas por conta própria, assim como para a NASA e para o benefício de toda a comunidade científica espacial."
Isto parece dar uma pista muito clara, não apenas do primeiro grande cliente da empresa, como também da "carteira de tecnologias" à sua disposição, dispensando os custos de desenvolvimento - eventualmente uma das "inovações" para diminuição dos custos.

A NASA já anunciou que enviará uma sonda robotizada para coletar amostras de um asteroide e até já fez simulações de uma missão tripulada a um asteroide.

A Planetary Resources afirma que usará os estudos da NASA para seleção dos alvos mais promissores. Em troca, os levantamentos de suas sondas robóticas poderão ajudar a agência espacial a selecionar alvos para futuras missões tripuladas.

Mineração espacial

A empresa afirma ter mapeado pelo menos 1.500 asteroides que seriam "tão fáceis de alcançar quanto a Lua". Considerando a viagem de volta, esse número sobe para mais de 4.000.

Na verdade, é mais fácil aproximar, pousar e decolar de um asteroide do que da Lua porque a gravidade desses corpos é muitíssimo menor - praticamente toda a operação pode ser feita com os micro propulsores usados para manobras de satélites artificiais.


O próximo passo serão os metais, sobretudo os do grupo da platina, usados em catalisadores e em outras aplicações de alta tecnologia.

"Além de trazê-los de volta para a Terra, os metais dos asteroides também poderão ser usados diretamente no espaço. Metais como ferro e alumínio podem ser levados para pontos de coleta no espaço para serem usados como material de construção, fabricação de escudos para espaçonaves e como matéria-prima para processos industriais, por exemplo, em uma futura estação espacial da NASA em L2," disse a empresa, referindo ao ponto de Lagrange, onde a gravidade da Terra e da Lua se anulam.

A Planetary Resources foi fundada em 2009 pelos pioneiros do turismo espacial Eric Anderson e Peter Diamandis. Para este projeto, eles receberam o apoio e os recursos financeiros, entre outros, do cineasta James Cameron, Larry Page, um dos fundadores do Google, e do presidente atual da empresa, Eric Schmidt.

leia a noticia na integra em Inovação Tecnológica
fontes:

Inovação Tecnológica
ALIEN LEGACY

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Integrantes do C. A. Carl Sagan prestigiaram recital de piano na UFMS na noite de quinta-feira!


Integrantes do Clube de Astronomia Carl Sagan prestigiaram na noite passada de quinta-feira, dia 26/04/2012, no Teatro Glauce Rocha no campus da UFMS de Campo Grande, um recital de piano tocado pelo músico Marcelo Verzoni, graduado em Letras Clássicas pela USP em 1979, e graduado na Escola Superior de Música na Alemanha. O evento está sendo realizado pelo curso de Música da UFMS, e esta foi a segunda apresentação de um ciclo de outras que seguirão por esse semestre de 2012.
Marcelo Verzoni tocou bélissimas sinfonias de Fréderic Chopin (1810-1849) como Noturno op. 32 n° 1 e Polonaise op. 40 n° 2; Claude Debussy (1862-1918) com as sinfonias Danseuses de Delphes e L'isle Joyeuse; e a ótima música clássica brasileira de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) com as belíssimas Tristorosa, Poema Singelo, A Lenda do Cabloco e Valsa da dor. Foi uma noite muito rica em cultura musical clássica e prazerosa para todos que participaram.


segunda-feira, 23 de abril de 2012

Estudantes de Aquidauana poderão realizar trilhas espaciais

Coordenador do Clube de Astronomia Carl Sagan, Thiago Valério ( a esquerda), capacitando Monitores do Anarco
 para montar e operar o Telescópio C11.  

O Projeto Expedições Anarco Pedagógico Atemporais recebeu no sábado, dia 21/04, um telescópio Celestron – Shimidt com capacidade de observação astronômica detalhada.

O equipamento, avaliado em cerca de R$ 14 mil foi viabilizado por meio da parceria firmada entre o projeto e o Programa Casa da Ciência da UFMS.

O Projeto atua desde o ano de 2009 e já levou mais de 3 mil estudantes até as trilhas interpretativas interdisciplinares dos Sítios Arqueológicos Córrego das Antas e CERA I e II, além de percorrerem a região da Nascente do Córrego João Dias, localizada na Aldeia Limão Verde.

Nas trilhas, acompanhados de monitores acadêmicos que abrangem várias áreas da ciência, os estudantes tem a oportunidade de realizar o estudo do meio ambiente e verificar in loco o estado de conservação das áreas visitadas.

Já em 2012, o grupo já realizou duas trilhas, sendo uma delas até o Sítio Arqueológico CERA I e a outra até o Sítio Arqueológico Córrego das Antas, na região da Furna dos Baianos. A agenda do projeto já está completa até o mês de maio e já constam atividades com escolas da cidade e de municípios vizinhos.

O projeto de educação ambiental e patrimonial desenvolvido pelo grupo teve início com estudantes da Escola Estadual Geraldo Afonso Garcia Ferreira e logo se estendeu as demais escolas de Aquidauana e região, tendo registrado nestes anos de execução a participação de escolas públicas e privadas das cidades de Jardim, Guia Lopes da Laguna, Dois Irmãos do Buriti, Campo Grande, atraindo a atenção de pesquisadores de várias instituições como UNESP e UFGD.

NO ano de 2010 o grupo incluiu a atividade denominada Trilhas Espaciais em parceria com o Clube de Astronomia Carl Sagan, projeto de pesquisa e divulgação de astronomia integrante do Programa de Pesquisa Casa da Ciência.

No fiinal do ano de 2010, o grupo anarcos sediou em Aquidauana o I Encontro Nacional de Trilhas Interpretativas que reuniu mais de 200 acadêmicos e pesquisadores das áreas ambientais e de ensino de ciências no CPAQ/UFMS o que consolidou o Projeto como uma das mais importantes iniciativas da área em todo o estado.

Atuando de maneira independente e acadêmica, o grupo firmou no início do ano seu ingresso no Programa de Pesquisa Casa da Ciência da UFMS e agora, com o equipamento de observação astronômica poderá disponibilizar às escolas públicas e privadas de Aquidauana e região a atividade de divulgação da astronomia como mais um elemento motivador de divulgação científica.

No sábado, uma equipe do projeto se reuniu com integrantes do Clube de Astronomia para receber treinamento de montagem, manuseio e cuidados a serem tomados com o telescópio.

As escolas interessados em receber as atividades do projeto podem entrar em contato pelo blog.


22 anos de órbita do Telescópio Espacial Hubble.

http://www.nasa.gov/images/content/641410main_30dor_full.jpg

Para celebrar o seu aniversário de 22 anos em órbita, o Telescópio Espacial Hubble lançou uma nova imagem da região de formação de estrelas conhecida como 30 Doradus, também conhecida como Nebulosa da Tarântula já que seus filamentos brilhantes lembram as pernas de uma aranha.

Uma nova imagem obtida com os chamados três grandes observatórios da NASA, o Chandra, o Hubble e o Spitzer foi criada para marcar o evento.

A nebulosa está localizada na galáxia vizinha da Via Láctea chamada Grande Nuvem de Magalhães, e é uma das maiores regiões de formação de estrelas localizadas perto da Via Láctea. No centro da 30 Doradus, milhares de estrelas massivas estão emitindo material e produzindo intensa radiação juntamente com ventos poderosos. O Observatório de Raios-X Chandra detectou gás que tem sido aquecido a milhões de graus por esses ventos estelares e também por explosões de supernovas. Esses raios-X, coloridos em azul nessa imagem composta veem de ondas de choque formadas pela atividade estelar de alta energia.

O Observatório de Raios-X Chandra detectou gás que tem sido aquecido a milhões de graus por esses ventos estelares e também por explosões de supernovas. Esses raios-X, coloridos em azul nessa imagem composta veem de ondas de choque formadas pela atividade estelar de alta energia.

Os dados do Hubble na imagem acima são coloridos em verde e revelam a luz dessas estrelas massivas junto com os diferentes estágios do nascimento de estrelas incluindo estrelas embriônicas com poucos milhares de anos de vida e ainda empacotadas nos casulos de gás escuro.

As emissões infravermelhas registradas pelo Spitzer, podem ser vistas em vermelho e mostram o gás mais frio e a poeira que que possui gigantescas bolhas escavadas. Essas bolhas são esculpidas pela mesma radiação e fortes ventos vindos de estrelas massivas localizadas no centro da 30 Doradus.


Nasa divulta vídeo imagens feito por astronautas da ISS (Estação Espacial Internacional) ao som de Walking in the Air. Muito lindo!.

Fonte:
http://noticias.uol.com.br/ciencia/videos/assistir.htm?video=nasa-reune-imagens-de-lapso-de-tempo-feitas-por-astronautas-0402CD9B3772E4B12326

Cinquenta anos do méson pi

Em 1947, foi estabelecida a existência do méson pi. Um dos autores dessa pesquisa foi o físico brasileiro César Lattes. Todos sabem que essa foi uma importante descoberta. Mas, afinal, o que são realmente esses tais de mésons pi? E o que mudou na física, quando eles foram encontrados?

 A descoberta do méson pi foi um passo fundamental na compreensão do mundo sub-atômico. Ao longo do século XX, as ideias sobre a matéria foram se tornando gradualmente mais complexas. Os átomos são constituídos por elétrons e núcleos. O núcleo contém partículas de carga positiva (prótons) e outras sem carga elétrica (nêutrons). O que prende os prótons e os nêutrons uns aos outros para formar o núcleo? Eles não podem se atrair eletricamente – pelo contrário, os prótons se repelem uns aos outros. As forças gravitacionais são muito menores do que as forças elétricas repulsivas. Era necessário supor um novo tipo de forças nucleares, mais fortes do que a repulsão elétrica, para manter a coesão do núcleo.

Continue lendo no link abaixo:

Cinquenta anos do méson pi 


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Raios cósmicos

A história das pesquisas sobre a radiação cósmica é uma verdadeira história de aventura. Por três quartos de século, os pesquisadores de raios cósmicos, na tentativa de entender essas misteriosas e rapidíssimas partículas que vêm do espaço interestelar, fizeram de tudo: escalaram montanhas, mergulharam no fundo do mar, em profundas minas, em longos túneis, subiram em balões de ar quente e percorreram os mais remotos cantos do planeta. Suas explorações sem fim elucidaram vários mistérios mas também revelaram a existência de muitos outros.

Entre os pioneiros, podemos mencionar: o intrépido Viktor Hess, voando perigosamente com seus balões já no começo deste século; Millikan e Compton, viajando ao redor do mundo para medir a intensidade da radiação; Anderson, o descobridor da antimatéria; Pierre Auger, o descobridor dos grandes chuveiros de partículas; César Lattes, Occhialini e Powel, descobrindo o méson pi; Fermi, propondo a teoria para explicar os mecanismos de aceleração dessas partículas.
Os Raios Cósmicos são partículas rapidíssimas que provêm do espaço exterior e bombardeiam constantemente a terra, de todos os lados. A cada segundo, cerca de 200 dessas partículas com energias de alguns milhões de elétrons-volts (10 6eV) atingem cada metro quadrado de nosso planeta. Existe um número enorme desses raios cósmicos de baixa energia, mas os de maior energia são em número muito menor.

Acima de 1018eV, chega apenas uma partícula por semana em uma área de 1 quilometro quadrado. Acima de 1020eV, esse número cai para uma partícula por quilômetro quadrado por século! Para encontrar e medir essas partículas, os físicos de raios cósmicos precisam esperar séculos ou então construir gigantescos detectores.

Sua energia
A maior parte das partículas da radiação cósmica são ou núcleos de átomos ou elétrons. Dos núcleos, a maioria são núcleos de hidrogênio, mas existem também alguns mais pesados, chegando até aos núcleos de átomos de chumbo.

Os raios cósmicos viajam pelo espaço praticamente com a velocidade da luz, isso significa que eles têm uma enorme energia. Alguns deles, de fato, são as partículas mais energéticas jamais observadas na natureza. Os de maior energia são uma centena de milhões de vezes mais energéticos do qualquer outra partícula produzida nos maiores aceleradores de partículas do mundo.

Ninguém sabe de onde vêm essas misteriosas partículas. A grande parte dos de menor energia vem do sol e de nossa própria Galáxia, a Via Láctea. Muitos provavelmente vêm de explosões de estrelas, as Supernovas. Algumas vezes, eles devem receber energia de campos magnéticos em movimento, que eles encontram em seu peregrinar incansável pela Galáxia.

Situação atualAtualmente, há evidências de que acima de 1020 eV essas partículas são prótons. Sendo assim, a sua origem não está dentro de nossa galáxia, pois os prótons se propagam em linha reta e as fontes dentro de nossa galáxia seriam rapidamente identificadas. Entretanto, as direções de onde eles vêm têm uma distribuição isotrópica (todas são igualmente prováveis), dentro dos erros estatísticos, mesmo acima de 1020eV onde apenas um punhado de eventos foi registrado.

leia o artigo na integra no portal de física da Unicamp:
http://www.ifi.unicamp.br/~turtelli/rc.html

sábado, 14 de abril de 2012

Divulgação científica de alto nível.

Rádio da Universidade
1080 KHz

 

todas as segundas-feiras às 13h00
Um programa que explica como funciona a Ciência

Numa atmosfera descontraída - como numa roda de mate - cientistas conversam sobre assuntos do momento e tentam preencher as lacunas deixadas pelo sistema educacional e pela desinformação dominante na mídia.

Por que saber é um direito de todos.
Este é um excelente programa radiofônico que conta com uma equipe de Produção muito especial.

Especialistas na divulgação científica além de pesquisadores, todos da equipe de produção são professores da UFRGS.
O que dá ao programa calorosas e informativas discussões sobre variados temas atuais. Além de fornecer, peculiares informações de como anda a ciência no Mundo e Principalmente no Brasil, desde de sua divulgação até a pesquisa pura e Aplicada.

Todo os programas são arquivados na Página: Fronteiras da Ciência

Coloco neste post, um Programa especial, o episódio 33(07nov2011) Sobre a Vida e obra de Carl Sagan.
(comemoração ao dia nacional de Carl Sagan, comemorado no começo de Novembro)


 "Vivemos em uma sociedade curiosamente dependente de ciência e tecnologia, na qual quase ninguém sabe coisa alguma sobre ciência e tecnologia".


 
 
  Veja  Alguns dos muitos programas disponíveis.

(2010) Vida Extraterrestre, AstrologiaMulheres na CiênciaEram os deuses astronautas?.
(2011) Origem da VidaExoplanetas, Mitos da Lua, Ficção científica, Matéria Escura.
(2012) "2012" Nanotecnologia II.

Fonte: http://frontdaciencia.ufrgs.br/


   























O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), projeto que conta com a participação brasileira, publicou nesta quinta-feira (12) um estudo sobre o sistema planetário da estrela Formalhaut, a cerca de 25 anos-luz da Terra. Foi a primeira pesquisa feita com base em imagens obtidas pelo novo observatório Alma, que ainda está em construção no Chile.

Fonte:

Observatório Nacional destaca em vídeo fatos marcantes da sua história

Com a missão de realizar pesquisa e desenvolvimento em Astronomia, Geofísica e Metrologia em Tempo e Frequência, formar pesquisadores em seus cursos de pós-graduação, capacitar profissionais, coordenar projetos e atividades nestas áreas e gerar, manter e disseminar a Hora Legal Brasileira.


fonte Observatório Nacional
you Tube

terça-feira, 10 de abril de 2012

ESO na Rede Cultura de Televisão.

Toda Domingo as 19:00 horas vai ao ar o programa "Matéria de Capa" na Rede Culta de Televisão, exibindo sempre um especial sobre um único tema.

A Rede Cultura que sempre incentivou a divulgação da ciência nos surpreende novamente com a equipe do Matéria de capa, sendo a primeira equipe televisivo brasileira a visitar as instalações do Projeto ESO.




Veja noticias da ESO clicando aqui (direcionada para Portugal).

domingo, 8 de abril de 2012

Io sobre Júpiter.


 No APOD de Hoje.

O satélite Io e o Gigante gasoso Júpiter como plano de Fundo.

Io é o corpo mais vulcânico do Sistema Solar, tem 3600 quilômetros de diâmetro, tamanho esse bem parecido com o da nossa Lua.
Io está  aproximadamente 35000 quilômetros acima do topo das nuvens de Júpiter, o equivalente à distância entre a Terra e a Lua.
A Sonda Cassini registrou essa bela imagem inspiradora do ativo satélite Io tendo como pano de fundo o gigante gasoso Júpiter, oferecendo a todos nós a verdade nua e crua sobre o tamanho relativo desses objetos.

Fonte: Cienctec.

Dia Mundial da Astronomia.

Hoje, Domingo de Páscoa, dia 8 de Abril celebra-se o Dia Mundial da Astronomia.

Este post é uma homenagem ao povo Árabe que tanto contribuiu para a divulgação do conhecimento da Astronomia Antiga.

Coloco o vídeo do cantor iraniano Alireza Ghorbani especialista na canção tradicional e clássica persa. Na mesma linha, mas da música árabe, move-se a tunisina Dorsaf Hamdani.

Este espetáculo, encontra-se na obra poética de Omar Khayyam, que viveu no século XI e ficou na história também pelas teses de matemática, filosofia e astronomia.
Esta é apenas mais uma das muitas faces interdisciplinar que a Astronomia aborda, o seu caracter histórico mostrando a sua relevância significativa, presente na cultura de povos.

A astronomia sempre esteve na fronteira do conhecimento do ser humano. Temos que preserva-la e divulgar este conhecimento para a nossa própria evolução científica, cultural, Social e muitas outras qualidades que o ser humano preserva como único representante até então reconhecido, por nós mesmo, que utiliza as funções psicológicas superiores.


Veja aqui Algumas das contribuições do Povo Árabe para a Astronomia.


Fonte: lazer.publico.pt

sábado, 7 de abril de 2012

O fato mais impressionante do Universo

Ao ser perguntado por um leitor da revista TIME qual seria o fato mais impressionante sobre o Universo, o astrônomo Neil deGrasse Tyson deu uma resposta poética e incrível. Entre outras afirmações, ele disse que "o universo está em nós. Quer dizer, os átomos responsáveis pela corpo humano, pela vida na Terra, vieram das estrelas para as quais podemos olhar hoje.
Portanto, há um nível de conectividade entre o Universo e nós, por isso, não precisamos nos sentir tão pequenos diante de sua magnitude.



Confira o resto do artigo em Tec Mundo

fonte:
http://www.tecmundo.com.br/
http://www.youtube.com/

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Planetas nas zonas habitáveis são calculados em bilhões


As anãs vermelhas, tipo de estrela mais comum na Via Láctea, são da classe mais fria segundo a classificação espectral de luminosidade e temperatura, tem pequeno porte quando comparadas com as anãs amarelas(Sol) e tem uma longa vida correspondendo por isso a 80% das estrelas da galáxia.

Com dados obtidos no Observatório do ESO, no Chile, a equipe que trabalha com o espectrógrafo HARPS pode estimar diretamente pela primeira vez o número de super-Terras em órbita das anãs vermelhas, o que fica em torno de bilhões espalhadas pela galáxia e uma centena nos sistemas estelares vizinhos ao Sol.

Segundo Xavier Bonfis, líder da equipe, 40% de todas as estrelas anãs vermelhas(de um quase total de 160 bilhões) possuem uma super-Terra que orbita na zona habitável, isto é, onde água líquida pode existir na superfície do planeta.

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fontes : Inovação Tecnológica
Adriana Bio Biologia